vídeo HD - www.youtube.com/watch?v=nwp9i-1IY-Q

Post Original - www.2ndfantasy.org/?p=412

Este é um ensaio sobre o poema “Policromo” (publicado em 2006) no Universo Blogalize blogalizeme.blogspot.com/2006/04/policromo.html . Um sentimento guardado e descrito. Locução; Luís Gaspar - Estúdio Raposa www.estudioraposa.com/ . Música Denyi, sobre uma licença sobre uma Attribution-Non-Commercial-Share Alike 2.0.

Filmado no Second Life™ na região 6pi

Ensaio sobre a Incerteza deliciosa

“Passam as horas e o tic-tac do relógio é como um martelar constante, aumenta de volume à medida que passa o tic, o tac. A tortura apodera-se dos pensamentos. Sim! São as recordações do doce encanto. A noite que reflecte a tua imagem gravada como uma marca d´água! Tic-tac. A loucura tenta apodera-se da consciência, sim algo tem de ser feito algo próprio de um louco, voltar(?), “Não! É melhor não, depois da nossa última conversa. Foi uma discussão definitiva.”. Chega o desespero; o tic-tac segue, aumentando cada vez mais. O nervosismo; ainda se ouvia o coração que bombeava freneticamente, mas nada mais se ouve somente o maldito relógio. Sim, Ide cometer uma loucura! Decidido entro no carro, deixo de ouvir o tic-tac do relógio (aleluia). Acelero como se um demónio tivesse encarnado. À medida que me aproximo, o coração pula, pula, parece querer sair do peito. O engolir em seco. Penso repetidamente o que vou dizer. O caos apodera-se dos pensamentos, é difícil decidir … O que queria mesmo dizer? Os degraus até ao segundo piso parecem uma eternidade, quando contados no anseio de lá chegar, a ti chegar. Fito os olhos cristalinos e sem verbalizar uma palavra que seja, mergulho no pacifico mar da imaginação…

Um poema de que muito gosto e que muito fala do sentimento, uma salva de açoites que faz sangrar a alma. Apenas a materialização de um poema antigo e persistente.